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Grupo
Origem
O ORIGEM é uma ONG fundada em 1988 que tem como missão apoiar, defender e promover o aleitamento materno como direito da mulher e da criança.
Contato:
Telefones: 55-81-3082-8527
Fax: 55-81-3421-6099
Email: Origem.GrupoOrigem@gmail.com
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Amamentação
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A Rede Via Láctea é composta por nove grupo populares, formados por mulheres, que se localizam em comunidades das cidades de Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes. A Rede conta com a parceria/assessoria do Grupo Origem e promove atividades para a promoção da saúde, e outros direitos, em suas comunidades
O Grupo Origem representa no Brasil a WABA - World Alliance for Breastfeeding Action
- WABA - World Alliance for Breastfeeding Action
O Grupo Origem faz parte das seguintes redes e espaços de articulação:
Comitê de Avaliação e Monitoramento do Pacto Nacional pela Redução da Mortalidade Materna e Neonatal
Rede Feminista de Saúde e Direitos Sexuais e Reprodutivos
Rede de Colaboração Comunitária
Fórum de Mulheres de Pernambuco
Campanha CRIS Brasil
ABONG - Associação Brasileira de ONGs
REHUNA - Rede de Humanização do Parto e do Nascimento
Rede de Tecnologia Social
O Grupo Origem compõe os seguintes espaços de controle da sociedade sobre as políticas públicas:
CONSEA Pernambuco - Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional de Pernambuco
COMSEA Recife - Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional de Recife
CONSEANO - Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional de Olinda
Conselho Municiapal de Saúde de Olinda
Sites brasileiros sobre amamentação:
- Amamentação Online
- Aleitamento 24 Horas
- Amigas do Peito
- Rede IBFAN Brasil
- Rede Nacional de Bancos de Leite Humano
- CEA Odonto
- Bebê de Peito
- Amamentação e otorrinolaringologia
Links de sites sobre Direito Humano à Alimentação Adequada e Segurança Alimentar e Nutricional:
- FIAN Brasil
- Fórum Brasileiro de Segurança Alimentar e Nutricional
- Centro Nordestino de Medicina Popular
- CONSEA Nacional
- CONSEA de Minas Gerais
- Ação Brasileira pela Nutrição e Direitos Humanos
- COMIDHA
Segunda-feira, Outubro 02, 2006
Taxa de césareas ainda é alta
Pesquisa realizada em um hospital do Rio de Janeiro mostra que elas representam 30% dos partos. Principais fatores associados são primiparidade; idade entre 20 e 34 anos; último parto ter sido por cesárea; dilatação cervical menor do que 3cm na admissão; e preferência da mulher por cesárea.
O Brasil apresenta uma das maiores taxas de cesáreas do mundo. Fatores que contribuem para este fenômeno incluem organização da prática obstétrica, atitudes dos obstetras, preferências e decisões das mulheres, além da situação sócio-econômica das grávidas. Isso é o que mostram Eleonora D´Orsi e pesquisadores da Universidade Federal de Santa Cantarina em um estudo de caso-controle realizado em uma maternidade pública do município do Rio de Janeiro, que teve como objetivo identificar os fatores associados à realização de cesáreas pelas gestantes.
No trabalho, foram incluídos 231 partos por cesárea e 230 partos vaginais, mais conhecidos como normais. De acordo com artigo publicado na edição de outubro de 2006 dos "Cadernos de Saúde Pública", "no Brasil, condições sócio-econômicas mais elevadas estão associadas a uma probabilidade maior de realização de cesarianas. Portanto, o índice de cesarianas é maior em regiões mais desenvolvidas, como no Sudeste, no Sul e no Centro-Oeste do que nas menos desenvolvidas como o Norte e o Nordeste. A taxa também é maior em hospitais privados quando comparados aos públicos e em mulheres com maior nível de escolaridade e melhor renda".
No estudo, a taxa de césareas foi de 30%. A equipe observou que os fatores associados à maior chance de cesárea foram a primiparidade; idade entre 20 e 34 anos; último parto ter sido por cesárea; a dilatação cervical ser menor do que 3cm na admissão; a preferência da mulher por cesárea; o parto ter sido realizado em horário diurno e o parto ter sido realizado por obstetra do sexo masculino. Outros fatores associados às maiores taxas de cesarianas foram o obstetra trabalhar mais de 24 horas semanais de plantão; o obstetra ter consultório particular; a hipertensão; a apresentação fetal não-cefálica; e a idade gestacional ser superior a 41 semanas.
Segundo os pesquisadores, os fatores associados à menor chance de cesárea foram a prematuridade; ter sinais de trabalho de parto ao sair de casa; e o uso de ocitocina e amniotomia (ruptura da bolsa). Nesse sentido, eles acreditam que propostas de modificação nos fatores estudados podem contribuir para a redução da proporção de cesáreas. "É necessária uma reorganização dos cuidados no pré-natal, com um maior número de consultas no final da gestação e a provisão de informações adequadas sobre os dois tipos de parto. Mudanças na formação dos médicos também podem contribuir para reduzir as altas taxas de cesarianas", afirmam no artigo.
Agência Notisa (jornalismo científico - science journalism)19/09/2006
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